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Com atividades de mineração de bauxita na região de Trombetas, há 42 anos, a mineradora MRN tem queda na produção

A diminuição da demanda global, junto a resistência de quilombolas e órgãos públicos podem ser responsáveis por essa queda.

24/09/2021 10h15 Atualizada há 3 semanas
Por: Tapajós de Fato
Com atividades de mineração de bauxita na região de Trombetas, há 42 anos, a mineradora MRN tem queda na produção

Segundo informações do jornalista Lúcio flávio Pinto, em 2019, a MRN conseguiu lucrar com as atividades de mineração na região de Terra  Santa, cerca de R$ 298 milhões, já em 2020 a empresa só alcançou a casa dos R$ 186  milhões, o que representa uma queda de 20%.

 

Mesmo com queda, a mineradora conseguiu arrecadar mais de R$180 milhões  ano passado,o imposto de ICMS que a MRN  paga para o município é muito baixo, foi apenas 187 mil reais, mas em Oriximiná foi de R$5,6 milhões.

 

Para Luiz Jardin Wanderley, da Comissão Pro Índio, essa queda em 2020  ocorreu por conta de alguns motivos, como: “retração da demanda global dos minérios no início da pandemia. Depois tem uma dificuldade da mineradora de abrir novas áreas é uma hipótese, ela [MRN] tem tido resistência dos quilombolas e dos próprios órgãos públicos  de liberar novas áreas” para minerar”.

 

Jardin diz que o alumínio teve uma queda no preço entre 2011 e 2016, em 2017 ele voltou a subir, mas em 2018 caiu novamente. “Isso pode ser uma política da empresa para avançar de forma mais lenta  nas novas áreas de mineração.

 

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